Mento · projeção e definição do contorno
Um método para o rosto inteiro, do diagnóstico ao preço que você vai cobrar. Você sai com o primeiro caso já em produção.
O Brasil saiu de 908 para 4.012 especialistas em HOF em quatro anos. Todos com o mesmo produto absorvível. O biovolume ósseo customizado nem é contabilizado pelo CFO — porque quase ninguém oferece.
Arraste e veja. É esta tela que você abre na consulta: o paciente gira o próprio rosto e entende o que está comprando antes de você falar em preço.
Modelo reconstruído a partir do exame do paciente · uso de imagem autorizado. Em “onde mudou”, as cores quentes marcam a região transformada.
Em quatro anos a área cresceu mais que qualquer outra da odontologia. Foi assim que virou guerra de preço.
Quatro mil profissionais, o mesmo produto absorvível, o mesmo paciente. O biovolume ósseo nem é contabilizado pelo CFO — porque quase ninguém oferece.
E não é falta de procura: um único cirurgião brasileiro dedicado a implantes faciais reúne mais de 400 mil seguidores. O paciente existe, quer e procura. Falta quem saiba fazer.
Quatro mil profissionais oferecem preenchedor. Você passa a oferecer o que quase ninguém na sua cidade oferece — e deixa de competir por preço.
A peça custa ao cirurgião entre R$ 2 mil e R$ 4 mil. O procedimento é praticado na faixa dos R$ 15 mil. A margem depende da sua estrutura — e você aprende a calcular a sua.
Quem fez preenchimento três vezes e não resolveu está procurando alternativa agora. Ele já está na sua base — só não foi diagnosticado assim.
Injetável se aprende num fim de semana. Cirurgia óssea não. Essa barreira é o que impede a área de saturar na mesma velocidade.
Ser o profissional de referência em contorno ósseo numa cidade muda de onde vem o seu paciente: da indicação de colega, não do anúncio.
Não é trocar de carreira. É adicionar uma linha cirúrgica a quem já opera, ou uma competência de diagnóstico a quem ainda não.
Seis casos de queixo, operados pelo Dr. Lucas. A mesma região nos seis, para você ver o padrão e não a exceção.
Mento · projeção e definição do contorno
Mento · projeção e definição do contorno
Mento · projeção do terço inferior
Mento · correção de projeção
Mento · projeção e contorno do terço inferior
Mento · projeção e definição da linha mandibular
Toque no cartão para alternar entre original e resultado.
É o método inteiro, do diagnóstico à peça, que produz esse tipo de correção.
Quero garantir minha vagaPreenchedor reabsorve. Peça pronta obriga o paciente a caber na forma. Só a peça feita para aquele rosto corrige o que é diferente de um lado para o outro.
Toque para comparar
Do queixo isolado, no seu consultório, ao rosto inteiro em três horas. Toque para ver cada região.
Retrogenia, altura insuficiente da sínfise e desvio de linha média. É a região que mais altera o perfil isoladamente e a de maior demanda espontânea.
O resultado é decidido semanas antes do bisturi. É isso que separa procedimento previsível de improviso na hora.
Análise dos terços, padrão facial e distinção entre déficit de tecido mole e esquelético. Fotografia padronizada e registro que permite comparação depois.
Tomografia de feixe cônico com campo de visão adequado, entregue em DICOM. Scan facial quando o caso pede simulação de tecido mole. Pedir o exame errado atrasa tudo.
Segmentação do DICOM, reconstrução da malha, desenho da peça região a região, definição de espessura, limites e leitos de fixação. Simulação apresentada ao paciente antes de qualquer corte.
Aprovação do projeto, usinagem da peça, verificação de registro sanitário e rastreabilidade. Chega esterilizada e pronta — sem moldagem no transoperatório.
Bloqueio anestésico regional, acesso intraoral, dissecção subperiosteal, posicionamento, fixação com parafusos e fechamento por planos. Prescrição, acompanhamento e tomografia de controle com sobreposição.
A mesma sequência em qualquer região do rosto. E um bloco inteiro sobre transformar isso em receita.
A grade completa fica disponível na área do aluno. Cada aula acompanha material de apoio, protocolos e checklists.
Dr. Lucas Marangon, cirurgião buco-maxilo-facial. Mais de mil cirurgias craniofaciais em catorze anos de prática. CRO-MG 41222.
Quem ensina implante facial aprendeu implante facial. Ele veio de catorze anos de cirurgia pesada, em centro cirúrgico, e só depois desceu para o contorno.
A diferença aparece quando algo foge do previsto. Implante facial é a parte simples da rotina dele.
Confere o trabalho dele e volta. O planejamento incluído vale para o lote atual.
Garantir minha vaga agoraSaber operar e não saber cobrar é ter consultório montado e agenda vazia. Por isso são dois blocos — e o segundo é metade do curso.
Parar de compensar e começar a corrigir. Operar osso, planejar em software, desenhar a peça, fixar com titânio e entregar um resultado que a tomografia de controle mede.
Transformar a técnica em serviço rentável. Precificar corretamente, apresentar o caso de um jeito que o paciente entenda o valor, atrair quem procura isso e virar a referência para onde os colegas mandam o caso.
Não é trocar de carreira. É somar uma linha nova ao que você já faz.
Você já domina acesso intraoral, descolamento e fixação. Falta o planejamento digital e o critério estético. Sai do trauma e do convênio para uma linha eletiva, de ticket alto e agenda previsível.
A base anatômica e cirúrgica já está construída, e o mercado de implante dentário está saturado disputando preço. Aqui o mesmo repertório abre uma frente premium com concorrência quase inexistente.
Você já tem os pacientes — inclusive os insatisfeitos com o retoque que não segura. Deixa de perder o caso que o injetável não resolve e passa a oferecer a solução estrutural que eles já vêm pedindo.
Você enxerga o esqueleto todo dia na documentação e reconhece o caso antes de qualquer um. O diagnóstico e a condução mudam a sua posição na conversa — e o seu ticket em tudo o que você já faz.
Você domina a estética do perfil, mas o acesso intraoral, os bloqueios específicos e as manobras da região mentual não fazem parte da rotina. É repertório novo sobre competência que já existe.
Área nova, pouco explorada, com barreira técnica que impede saturação rápida. Quem entra agora vira a referência natural da região — antes de ser mais um numa lista.
Não é sobre saber mais. É sobre o que você consegue fazer que hoje não consegue.
Pergunta certa. O método é o mesmo para os dois. O que muda é até onde cada um vai aplicar.
Enxergar a deficiência óssea, pedir a tomografia certa, documentar, planejar e apresentar ao paciente. É a base que todo o resto exige — e você aplica na segunda-feira, antes mesmo de entrar em sala.
Desenho virtual, materiais, acessos, fixação, intercorrências e revisão. Para CTBMF e profissionais com habilitação para o procedimento.
Quatro caminhos existem. Só um entrega as seis regiões, o conteúdo comercial e o primeiro caso em produção.
| Sozinho | Pós online | Presencial | Método Marangon | |
|---|---|---|---|---|
| Investimento | — | R$ 5.000+ | R$ 9.000+ | R$ 4.997 |
| Até terminar | Anos | 12 meses | Um fim de semana | No seu ritmo |
| Acesso ao conteúdo | Disperso | 1 módulo a cada 45 dias | Só ao vivo | Tudo liberado na compra |
| Regiões da face | — | Parcial | Uma por turma | Seis |
| Quem ensina | — | Corpo docente | Especialista em implante | Cirurgião ortognático |
| Complicações | Aprende errando | Citadas | Citadas | Módulo dedicado |
| Precificar e captar | Não | Não | Não | Bloco inteiro |
| Primeiro planejamento | Por sua conta | Por sua conta | Por sua conta | Incluído |
| Se não servir | — | Contrato de 12 meses | Sem devolução | 15 dias, dinheiro de volta |
Manda a sua pergunta no WhatsApp. Quem responde conhece o conteúdo do curso — não é robô nem vendedor.
Tirar dúvida no WhatsAppSe em 15 dias você achar que não era para você, escreve uma linha e recebe tudo de volta.
Dr. Lucas Marangon, cirurgião buco-maxilo-facial. Mais de mil cirurgias craniofaciais. CRO-MG 41222.
Entre, assista tudo, baixe todo o material. Se não fizer sentido, escreve uma linha e recebe 100% de volta. Sem formulário, sem justificativa, sem retenção. O risco é de quem está vendendo.
Vale fazer a conta antes de responder. A peça customizada custa ao cirurgião entre R$ 2 mil e R$ 4 mil, dependendo da região e do fabricante. O procedimento é praticado no mercado na faixa dos R$ 15 mil. A margem que sobra depende inteiramente da sua estrutura — sala, anestesista, equipe, seu tempo — e é exatamente isso que o Bloco Comercial ensina você a calcular com a sua realidade, não com a de ninguém. Comparando com o mercado de cursos: pós-graduação online no mesmo tema passa de R$ 5 mil e formação presencial com hands-on custa acima de R$ 9 mil. Aqui são dois blocos completos, seis regiões e o primeiro planejamento incluído por R$ 4.997.
Gravado mal, não ensina. Com duas câmeras, campo operatório em close, narração feita em estúdio e a tomografia pré e pós do mesmo paciente, ensina melhor que estar em pé no fundo de um centro cirúrgico tentando enxergar por cima do ombro de alguém. E você reassiste quantas vezes precisar.
Todo mundo trava — por isso o primeiro planejamento vem incluído e existe encontro ao vivo para você levar o seu caso. Você não vai desenhar sozinho olhando para uma tela em branco: leva a tomografia, o Dr. Lucas revisa a indicação com você e o laboratório executa. O objetivo do curso não é você assistir aula, é você operar.
Para a Trilha A e para o Bloco Comercial, não. Para executar o procedimento e aproveitar a Trilha B integralmente, sim — é cirurgia óssea e exige habilitação. A execução é responsabilidade profissional de cada um, dentro do seu escopo.
Você tem 15 dias para entrar, assistir tudo, baixar todo o material e decidir. Se não fizer sentido, pede o reembolso e recebe 100% de volta. Sem formulário, sem justificativa, sem ninguém tentando te convencer do contrário.
Parcelado sem juros no cartão ou R$ 4.997 à vista no Pix. Garantia incondicional de 15 dias. O planejamento incluído vale para o lote atual.
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